Um nada breve desabafo sobre Succubus Heat

Hoje eu não quero fazer uma resenha de Succubus Heat, da minha amada e deusa Richelle Mead, hoje eu quero falar sobre a sua historia sem pudores – ou seja, haverá spoilers -, sobre o que eu senti durante a leitura e a minha opinião em cada parte importante. Ou seja, vocês estão por sua conta e risco se seguirem lendo esse texto.

O resumo básico do que aconteceu até agora na serie é, sem sombras de duvidas, algo que deixou todos os leitores desesperados pelo próximo. Seth termina com Georgina (não muito ruim na minha opinião, ele andava meio chatinho), e além disso, Georgina acaba de sair de um problema com Nyx, onde a entidade do caos a havia mostrado sonhos “proféticos”  onde ela tinha uma filha de seu próprio sangue, coisa impossível para uma Súcubo.

Digamos que Georgina não aceitou o fim do namoro com Seth muito bem, principalmente seu recente namoro com Maddie, e ela desconta todo esse luto em basicamente três coisas: Álcool, cigarros e Dante, seu novo namorado. Como eu disse ali em cima, não ligava muito para o Seth ultimamente, já que ele estava ficando bem chato, mas não vou dizer que fiquei totalmente feliz com isso. É esse é o motivo para todas as suas “pequenas mudanças”. E além do mais, quem ficaria feliz com a sua (quase) melhor amiga estar esfregando seu “namoro incrível” com o seu ex?

Mas esse não é o motivo para a nota que eu dei para esse livro ser apenas 3,5. Sem duvidas, a nota mais baixa que eu já dei para um livro de Richelle Mead, até agora. Não que eu não tenha gostado do livro, ele continua sendo genial e me prendendo do inicio ao final, como em todos os livros dessa serie, ele apenas não me cativou tanto quanto os outros.

Apesar do romance, que é basicamente o Sol em que o Livro orbita, a complexidade da parte sobrenatural me fascina e a maneira que Richelle criou um conflito e tanto nesse livro. Georgina é mandada a Vancouver para fazer um serviço para o arqui-demonio dali e ao mesmo tempo expiá-lo para Jerome. E enquanto ela se ocupa com um grupo satanista muito ridiculo, alguém sequestra o arqui-demonio de Seattle. Não venha me dizer que esse enredo não é perfeito, pois eu sou capaz de matá-lo.

Infelizmente, foi bem aí que Richelle pecou. Ela tinha um material incrível em mãos e na minha opinião, não o desenvolveu da melhor maneira possível. Georgina, é claro não ficaria sentada enquanto Seattle estava praticamente sobre a ameaça de alguém que desejava o cargo de Jerome. [SPOILER] Richelle podia muito bem ter desenvolvido essa rivalidade demoníaca de uma maneira mais interessante, mas acabou sendo apenas uma disputa por um cargo. Ela até que conseguiu segurar o mistério de quem seria o vilão da vez de uma ótima maneira, mas essa foi a parte que mais me incomodou. Também queria um pouco mais detalhes sobre como que Jerome fora invocado (forma como ele foi capaz de ser segurado), mas isso talvez seja efeito da minha maratona de Supernatural.

No decorrer do livro, em resultado da invocação de Jerome, todos os imortais menores de Seattle perdeu seu poder. Georgina é praticamente humana – mas ela ainda não pode morrer, apesar de Richelle não ter esclarecido isso muito bem em minha opinião -, sua necessidade de sugar sua energia vital para sobreviver desapareceu, seu poder de se transformar também não existe mais e ela basicamente não tem mais nenhum sentido especial que tinha quando era uma súcubo. Ou seja, sexo é novamente apenas sexo para ela. O que abre caminho a algo que os leitores esperavam por 4 livros: Georgina pode transar com Seth sem sugar sua energia e corrompê-lo.

Então é claro, Richelle Mead nos deu esse presentinho apesar de tudo, a cena entre o casal mais esperada de toda. Ela fez isso da maneira que eu mais amo, sexy sem ser vulgar (<3). Essa parte é totalmente compensável, principalmente porque não é apenas uma noite, é um baita de um affair, com toda aquela excitação de estarem traindo seus perspectivos namorados.

Então, se você estava ansioso por isso acontecer, eu te garanto, Richelle Mead não falha em sua missão.

O que nos leva a Dante, que sinceramente, é um ótimo namorado, mas me faz sofrer um pouquinho ver o quanto Georgina o usou. Ela gosta sim dele e ele é tão gentil com ela que eu fiquei com pena dele virar corno. Ainda sinto assim, mesmo que ele tenha feito más decisões durante a trama (não consigo me referir ao que ele fez como traição).

E para finalizar, uma das coisas que eu mais amei nesse livro, a volta de Roman. Infelizmente, ele não volta como uma parte do triangulo amoroso, mas mesmo assim ele ainda é um dos meus personagens prediletos e eu espero que Richelle mostre ele mais no próximo livro, Succubus Shadow.

Sei que pouca gente vai se preocupar em ler o que eu escrevi, mas eu precisava mesmo desabafar, não fazer uma simples resenha. Então, obrigada por me ouvir/ler.

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